Oceanos são fascinantes

Hoje não é nenhuma novidade que os oceanos são fundamentais porém, desde os estudos sobre a origem da vida, como a Teoria de Oparin (1930) – comprovada em 1953 na experiência de Harold Urey e Stanley Miller – temos uma ideia mais abrangente de como a água tem papel crucial para nossa existência.

Os oceanos ocupam cerca de 71% da superfície do planeta, nos fornecem oxigênio, ajustam a temperatura global e interferem na atividade atmosférica.

A novidade é que as correntes oceânicas foram captadas por satélites da NASA, no período de 2005-2007, combinadas e usadas para um estudo do fluxo oceânico. O resultado é o vídeo abaixo, intitulado “Oceano Perpétuo”, que nos apresenta de forma extraordinária como acontecem esses movimentos, ciclos, que renovam e reciclam nosso planeta incansavelmente.

Aproveite:

via Folha

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Prédio abrigará floresta vertical na Itália

por Aline Monteiro

via portal Exame

Duas torres verdes estão sendo construídas em Milão, Itália. O Bosco Verticale (floresta vertical, em português) é um projeto de reflorestamento metropolitano com a finalidade de contribuir com o desenvolvimento da biodiversidade no ambiente urbano.

A utilização de áreas verticais é uma forma de inserir espaços verdes na área urbana sem que seja preciso expandir o território da cidade. O modelo em construção na Itália opera de acordo com as políticas de reflorestamento das fronteiras urbanas do país.

São duas torres residenciais de 110 e 70 metros de altura que hospedarão cerca de 900 árvores, além de uma variedade de arbustos e plantas florais. Em um terreno plano, a área verde das torres seria equivalente a 10.000 m² de floresta.

A diversidade vegetal produz umidade, absorve o CO2, protege o ambiente do Sol e da poluição sonora. Segundo o projeto, que começou a ser desenvolvido em 2007 e está na etapa de construção, as plantas serão regadas com água filtrada e reutilizada do próprio prédio. Sistemas de energia eólica e solar vão colaborar com a autossuficiência energética das duas torres.

7 fontes de poluição do ar interior

via Ciclovivo

1. Carpete novo. Materiais do carpete podem emitir uma variedade de compostos orgânicos voláteis (COVs). Dica: Ao comprar um carpete novo, areje-o por alguns dias antes de instalá-lo. Procure por aquele com baixas concentrações de COVs – com adesivos sem formaldeído. Depois de colocado, mantenha as janelas na sala abertas e deixe um ventilador ligado por dois ou três dias.

2. Lâmpadas fluorescentes compactas quebradas. Quando essas lâmpadas quebram, podem emitir no ar, em pequenas quantidades, o mercúrio (uma neurotoxina). Carpetes e tapetes não podem ser totalmente limpos de mercúrio e aspiradores de pó não devem ser usados para limpá-lo. Dica: Não use lâmpadas fluorescentes compactas em luminárias que poderiam facilmente tombar, especialmente em casas com crianças ou mulheres grávidas. Se a lâmpada quebrar, abra uma janela e limpe o quarto por 15 minutos.

3. Novos componentes eletrônicos e produtos de plástico. Produtos feitos com cloreto de polivinila (PVC) podem emitir ftalatos, que têm sido associados a alterações hormonais e problemas reprodutivos. Plásticos também podem liberar produtos químicos retardadores de chama, como éteres difenil-polibromados, que têm sido associados a alterações neuro-comportamentais em estudos com animais. Dica: Ventile o espaço até o odor dos produtos químicos se dissipar. Aspire em torno de computadores, impressoras e televisores regularmente.

4. Colas e adesivos. Elas podem emitir COV, como acetona ou metil etil cetona, que podem irritar os olhos e afetar o sistema nervoso. Cimento de borracha pode conter n-hexano, uma neurotoxina. Adesivos podem emitir formaldeído tóxico. Dica: Procure por cola a base de água, livre de formaldeído. Trabalhe em um espaço bem ventilado.

5. Equipamento de aquecimento (fogões, aquecedores, lareiras e chaminés). Equipamento de aquecimento, especialmente fogões a gás, podem produzir monóxido de carbono, capaz de causar dores de cabeça, tontura, fadiga e até mesmo a morte se não for ventilado corretamente. Pode também emitir dióxido de azoto (nitrogênio) e partículas, que podem causar problemas respiratórios e inflamação dos olhos, nariz e garganta.

6. Tintas e decapantes. Tintas látex são uma grande melhoria às tintas a base de óleo porque emitem menos química. Mas, à medida que seca, todas as tintas podem emitir COV, o que pode causar dores de cabeça, náuseas ou enjôos. Decapantes, removedores de adesivos e tintas em spray aerosol também podem conter cloreto de metileno, que é conhecido por causar câncer em animais. Dica: use tintas com baixo teor de COV. Ao aplicar a pintura, abra janelas ou portas, areje o espaço com ventilador, e use um respirador ou máscara. Mulheres grávidas devem evitar o uso de decapantes com cloreto de metileno.

7. Móveis estofados e produtos de madeira prensada (compensado de madeira, painéis de parede, aglomerado, MDF). Quando novas, muitas mobílias e produtos de madeira podem emitir formaldeído, uma provável substância cancerígena que também pode causar irritação nos olhos, nariz e garganta; chiado e tosse, fadiga, erupções cutâneas e reações alérgicas graves. Dica: aumente a ventilação, principalmente depois de trazer novas fontes de formaldeído em sua casa. Use produtos de madeira prensada, eles são de baixa emissão, pois contêm resinas de fenol, não resinas de uréia. Procure por móveis sem formaldeído e produtos de madeira.

Com informações do Care2.

Home – O mundo é nossa Casa

por André Demétrio

O documentário Home é uma verdadeira lição ambiental essencial, esquecida ou não aprendida pelos seres humanos. Estamos todos inteiramente envolvidos com a Terra, mas nosso ritmo de vida e a informação limitada dificulta o entendimento pleno do que é composto e como funciona nosso planeta.

É essa consciência plena sobre a fragilidade do nosso habitat que o fotógrafo e jornalista francês Yan Arthus-Bertrand busca atingir, através de tomadas aéreas incríveis, de áreas vastas, abertas ou inóspitas.

O homem existe há 200 mil anos mas interferiu e consumiu quase todos os recursos terrestres que foram criados durante 4 bilhões de anos, o alerta sobre a destruição promovida pelo homem é mostrada em contraste com as belezas que estamos perdendo gradativamente, mas que podemos preservar se todos entenderem a importância de agir agora.

A mensagem é universal e o documentário é precioso, o vídeo completo e legendado pode ser visto no Youtube, assista e compartilhe:

Resíduo Tecnológico

por André Demétrio

Dentro do grupo de resíduos tecnológicos ou eletrônicos estão: restos de equipamentos de informática e comunicação (PC’s, impressoras, telefones etc), iluminação, aparelhos domésticos (fogões, geladeiras, aspiradores etc), equipamentos e instrumentos médicos etc. Todos eles fazem parte de um contexto contemporâneo de nossas vidas, onde a facilidade da modernidade também é determinada por uma validade cada vez mais curta para esses materiais. Cerca de um milhão de computadores são jogados fora anualmente.

O resíduo tecnológico merece atenção, confira abaixo algumas curiosidades disponíveis na revista Scientific American Brasil TERRA 3.0 – Ed. 4 – 2009:

Lixo nada virtual

  • Existem entre 20 e 50 milhões de toneladas de sucata eletrônica no planeta;
  • Há cerca de 4 bilhões de celulares no mundo;
  • 18 meses é o tempo médio de utilização de um celular;
  • 1,8 tonelada de materiais é necessária para construção de um único computador;
  • 3 anos é o tempo de vida útil de um computador;
  • 500 mihões era o número de computadores obsoletos no mundo em 2007;
  • Apenas 10% dos computadores antigos são reciclados.

Conheça aqui o LIXO BOM: Gestão Integrada de Resíduos Sólidos proposta pela AgE Tecnologias.

A importância da limpeza de embalagens recicláveis

por André Demétrio

A última pesquisa nacional do IBGE sobre o saneamento básico (2008) apresenta números da destinação do lixo no Brasil, onde 50,8% vão para lixões a céu aberto sem nenhum controle, degradando o meio ambiente e espalhando doenças. Um potencial jogado fora de forma indevida, excluindo a possibilidade de reutilizar ou reaproveitar esses resíduos.

A reciclagem é uma forma de diminuir o volume de material indevidamente descartado e custos com a produção de novas embalagens, que envolvem a busca por novos recursos (matéria-prima) e uma cadeia de investimentos que são jogados fora, contribuindo para um contexto que sobrecarrega ainda mais uma questão delicada no Brasil: o saneamento.

Por motivos de higiene e saúde – e para que a reciclagem funcione – essas embalagens precisam ser limpas para separar a parte orgânica, que em decomposição atrai animais e insetos, misturando-se a milhares de outras embalagens descartadas com potencial para transmitir doenças. A limpeza não significa essencialmente lavar a embalagem como uma louça, mas sim, passar uma água até que o resíduo orgânico seja eliminado. O gasto com água aqui é ínfimo se compararmos com todo o processo de fabricação de uma nova embalagem.

Vale lembrar o tempo de decomposição de alguns materiais recicláveis:

Plástico: 450 anos;
Lata de conserva: 100 anos;
Lata de alumínio: até 500 anos;
Vidro e pneus: indeterminado.